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23 de julho de 2017

  ♥ Recomeços...♥
 

* Texto trazido do blog da   Lis Costa, com sua linda foto!


"Tudo tem seu apogeu e seu declínio...
É natural que seja assim, todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada,
eis que a vida ressurge, triunfante e bela!...
Novas folhas, novas flores, na infinita benção do recomeço!"


Chico Xavier



* Com esse lindo texto, recomeço  ritmo normal, após energizantes férias...
Obrigadão pelos carinhos e vamos lá juntos novamente!  bjs, chica

1 de julho de 2017

  ♥ Escolhas...♥
 





A alegria compartilhada 
é alegria multiplicada!
Alegria por estar viva, 
deveria ser a alegria de todas 
as pessoas, em todos os momentos,  
com fé na existência!
Aqui na Terra é o paraíso 
ou o paradeiro!?
Escolho o paraíso, 
sempre digo que vim a passeio!
A quem devo satisfazer?
A mim mesma, ao meu coração,
sinto que estou sempre
em estado de gratidão!
Escolha, 
sim, a Vida é Escolha,
discordem quem quiser!
Tenho plena liberdade de optar,
nem preciso ter pressa,
a Vida é eterna!
Que escolhes?
Ser feliz ou ser sofredor?
Posso estar indo
na contramão da maioria,
mas eu não sou a maioria!
Percebi que tive e tenho
a possibilidade 
da Escolha!
A Vida é Escolha,
não tem jeito, 
sempre temos de escolher,
as alternativas 
existem sim!

Ivone.

* Co esse lindo texto da Ivone, deixo meu beijo.
Vamos dar uma  passeada! 
Volto aqui nesse blog dia 30 de julho!

INTÉ!  bjs, chica

24 de junho de 2017

  ♥ A gratidão tem prazo de validade? ♥
 





A necessidade que as pessoas sentem de anunciar gratidão eterna com frases padrão como "O senhor vai estar para sempre nas minhas orações" ou a menos religiosa "Enquanto eu viver, vou agradecer todos os dias o que o senhor fez por mim!" expressa apenas o desejo inicial de que este sentimento se perpetue além do prazo exíguo que o tempo, um incorrigível borrador das boas lembranças, permitirá.
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A Eulália trabalhava como representante de uma marca de produtos de beleza, que vendia de porta em porta. Numa dessas andanças, foi atropelada, sofreu lesões graves, esteve intubada durante semanas, recebeu uma traqueostomia e, depois de dois meses, foi para casa com esse buraco no pescoço porque um estreitamento alto na traqueia impedia a passagem de ar.

Respirando por essa abertura e incapaz de emitir qualquer som, foi aposentada por invalidez.

Cinco anos depois, quando a conheci no ambulatório do SUS e lhe disse que era possível reconstruir a passagem do ar de modo que ela pudesse respirar pela via normal e voltar a falar, ela me abraçou agradecida.

Mesmo descontada a taxa de exagero que muitas vezes macula essas reações, aquele choro parecia do bem.

Uma semana depois da cirurgia, respirando pelo nariz e se comunicando com uma voz levemente rouca, ela teve alta hospitalar.

Na despedida, profundamente emocionada, jurou amor eterno, beijou-me as mãos abençoadas, e voltou para a vida. Ela parecia muito feliz, e eu estava, por ela e por mim.


Oito meses depois, recebi uma intimação para depor numa audiência em que uma paciente requeria indenização por danos morais porque, como consequência de uma operação que eu fizera, ela ficara com uma voz rouca, que lhe reduzia a condição funcional como vendedora.

O advogado leu o arrazoado enquanto a Eulália encarava o assoalho.

A juíza, estupefata e incrédula, pediu que ela resumisse a história e perguntou o que a movera a entrar com esta ação, e ela confessou:

"Eu não queria processar o doutor porque ele foi muito bom comigo, mas o meu vizinho, que é advogado, me explicou que eu tinha direito a indenização porque o doutor deve ter feito alguma coisa errada, senão a minha voz teria ficado normal".

Arquivada a denúncia por ridícula e improcedente, fomos liberados. O tom de voz alto e forte com que ela anunciou a justificativa era o meu melhor elemento de defesa. Com aquela voz, ela venderia qualquer coisa. Menos dignidade, porque o estoque tinha acabado.


Voltei para o hospital aliviado, mas desconfortável.

O desafeto machuca mais do que qualquer pedido de reparação financeira.

Desconfio que a Eulália sabia disso, porque em nenhum momento ela me olhou. A vergonha, como se sabe, coloca chumbo nas pestanas dos envergonhados.

 J.J. Camargo


* Li esse texto  AQUI- e  fiquei pensando..
Quanta ingratidão e injustiças!  
Sejamos gratos com quem alguma coisa faz por nós e sobretudo justos!
Deu sentimento de vergonha alheia! 
Li, gostei e por isso compartilho pra reflexão!

Ela, a protagonista, "não queria" processar, mas apareceu um "amigo advogado" então não titubeou!  Adorei o final! 
Aí sim, a justiça foi feita!

Lindo domingo! bjs, chica